segunda-feira, 9 de agosto de 2010


Sol de Verão foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 11 de outubro de 1982 e 19 de março de 1983. Foi escrita por Manoel Carlos e dirigida por Roberto Talma, Jorge Fernando e Guel Arraes e contou com 137 capítulos.
Infelizmente, a novela terminou antes do previsto por causa da morte do ator
Jardel Filho, protagonista e grande amigo do autor Manoel Carlos. O autor revelou em entrevistas que Sol de Verão é uma das novelas preferidas dele. Curiosamente, uma das poucas onde o nome "Helena", característica comum em suas novelas, não aparece.

Sinopse
A telenovela relata o
dilema de Rachel, uma mulher que acaba de sair de um casamento infeliz com Virgílio. Rumo ao Rio de Janeiro, ao lado da mãe e da filha, ela acaba por se envolver com Heitor, um mecânico boêmio e bonachão que nunca havia vivido um compromisso sério. Paralelo a isso, está o surdo-mudo Abel, que, em busca de sua mãe, emprega-se na oficina de Heitor.

Elenco
Em ordem de abertura
Tony Ramos - Abel
Irene Ravache - Rachel
Paulo Figueiredo - Horácio
Beatriz Segall - Laura
Cecil Thiré - Virgílio
Isabel Ribeiro - Flora
Mário Gomes - Miguel
Débora Bloch - Clara
Yara Amaral - Sofia
Carlos Kroeber - Hilário
Carla Camurati - Olívia
Helber Rangel - Germano
Beatriz Lyra - Irene
Tânia Scher - Lola
Miguel Falabella - Romeu
Camila Amado - Noêmia
Ísis de Oliveira - Beatriz
Márcia Rodrigues - Geni
Edson Silva - Gaspar
Maria Helena Pader - Irmã Luzia
Duse Nacaratti - Madalena
Thereza Mascarenhas - Zezé
Maria Alves - Matilde
As crianças
Oberdan Junior - Rogério
Monique Curi - Glorinha
Participação especial
Gianfrancesco Guarnieri - Caetano
Ator convidado
Nelson Xavier - Zito
Jardel Filho como Heitor
E ainda
Ivan Mesquita - Gilberto
Mônica Torres - Mônica
Gésio Amadeu - Pedrinho
Alcione Mazzeo

Exibida entre 11 de outubro de 1982 e 19 de março de 1983 em 137 capítulos.
Sol de Verão tinha uma abertura colorida, carioca e bronzeada, como sugeria o nome da novela, ao som da música Tô que Tô de
Simone.
As trilhas nacional e internacional eram excelentes com grandes hits dos anos 80 como Você não Soube me Amar com
Blitz, Tempos Modernos de Lulu Santos, Coisas de Casal do grupo Rádio Táxi, Baby I Need Your Lovin' de Carl Carlton, Save a Prayer de Duran Duran e Hard to Say I'm Sorry do grupo Chicago, além das dançantes I Don't Wanna Dance de Eddy Grant e Situation de Yazoo.
Os créditos da abertura exibiam erradamente Miguel Falabela como Miguel FAIABELLA, e apresentava o nome do protagonista, Jardel Filho, nos momentos finais onde-se lia: como Heitor Jardel Filho. Os primeiros nomes da abertura eram de Irene Ravache e Tony Ramos.
Primeira novela de
Miguel Falabella e primeira novela de Irene Ravache na Globo.
A química entre
Jardel Filho e Irene Ravache foi perfeita, o que garantiu mais audiência à novela.
Sensível trabalho de
Tony Ramos como Abel, o surdo-mudo.
Destaque também para a cenografia da novela que construiu em alvenaria, em plena cidade do
Rio de Janeiro, todos os ambientes necessários às gravações das cenas externas. A produção construiu no bairro do Flamengo o conjunto composto pelo sobrado de Heitor Jardel Filho, o prédio onde mora Rachel Irene Ravache e um terreno baldio.
Belo trabalho também da atriz
Isabel Ribeiro.
A personagem Beatriz, inicialmente, foi destinada à atriz
Maitê Proença. Com a recusa da atriz, Beatriz, que teria um romance com Abel, teve seu importância reduzida e ficou com Isis de Oliveira. Coube à personagem Olívia, interpretada por Carla Camurati, a outra comissária da dupla feminina, formar o triângulo amoroso com Abel e Clara. Carla teve sua personagem mais valorizada.
A morte de
Jardel Filho, em 20 de fevereiro de 1983, um domingo, no meio da novela abalou a todos: autor, elenco e produção. O autor Manoel Carlos, amigo íntimo do ator não conseguiu mais escrever os capítulos e foi substituído por Lauro César Muniz e Gianfrancesco Guarnieri precipitando, assim, o término da novela. Antes, porém, a Globo cogitou tirar a novela do ar sem desfecho. Pesquisas feitas com o público mostraram que os telespectadores queriam que a história tivesse um fim. A morte de Jardel ocorreu próxima à produção do capítulo 120 da novela.
A conclusão da novela foi tumultuada. Os textos chegavam em cima da hora e as cenas eram gravadas pouco antes de serem exibidas.
Carla Camuratti fez de sua personagem Olívia, um grande sucesso. Tanto, que estampou a capa da revista Playboy, de julho de 1982. Bem, como Ísis de Oliveira, com sua personagem Beatriz, que estampou a capa, no aniversário de 8 anos da revista, em agosto de 1983.
Como Sol de Verão teve seu término antecipado, a
Globo não tinha a novela substituta pronta. Foi reapresentada então a novela O Casarão, em forma compacta, de 18 capítulos, entre 21 de março e 9 de abril de 1983.
Louco Amor, a substituta oficial, estrearia somente 3 semanas depois, em 11 de abril de 1983.

domingo, 18 de julho de 2010

Sassaricando é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida no horário das 19 horas entre 9 de novembro de 1987 a 11 de junho de 1988, apresentada em 185 capítulos.Tendo como tema a participação das mulheres no mercado de trabalho, foi escrita por Sílvio de Abreu com direção de Cecil Thiré, Lucas Bueno e Miguel Falabella e direção geral de Cecil Thiré.

Curiosidades

Vale Tudo foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo, exibida de 16 de maio de 1988 a 6 de janeiro de 1989, no horário das 20h30 da emissora. Foi escrita por Gilberto Braga, Aguinaldo Silva e Leonor Bassères e dirigida por Dênis Carvalho e Ricardo Waddington, com direção geral do primeiro. Contou com 204 capítulos.

Teve Regina Duarte e Antônio Fagundes como protagonistas, e Beatriz Segall, Glória Pires e Carlos Alberto Riccelli como antagonistas da trama.

Repercussão:

*Na época, o bordão O sangue de Jesus tem poder falado por Raquel (Regina Duarte) virou marca da sua personagem.

*O maior destaque da trama foi Odete Roitman, interpretada pela atriz Beatriz Segall, considerada a maior vilã da história da teledramaturgia por mais vinte anos.

*Renata Sorrah interpretou uma das personagens mais populares de sua carreira: a alcoólatra Heleninha Roitman. O nome da personagem virou referência para quem bebia demais.

*Vale Tudo é marcada por várias cenas antológicas, como a cena do primeiro capítulo, em que Raquel, personagem de Regina Duarte descobre que a filha, Maria de Fátima, personagem de Glória Pires vendeu a casa e sumiu com o dinheiro; a cena do capítulo 14, no ar em 31 de maio de 1988 em que Fátima encontra Raquel, vendendo sanduíche na praia; a cena em que Raquel rasga o vestido de noiva de Fátima, quando ela se casa com Afonso, personagem de Cássio Gabus Mendes; a cena em que Fátima rola as escadarias do Teatro Municipal; o acerto de contas entre Fátima e a jornalista Solange, personagem de Lídia Brondi, quando esta descobre a traição do marido Afonso. Bem como o acerto de contas entre Fátima e Afonso, quando este descobre a traição de Fátima com o bon vivant César, personagem de Carlos Alberto Riccelli, além das cenas de barraco homéricas protagonizadas por Heleninha Roitman, personagem de Renata Sorrah. E as cenas finais do último capítulo, quando Leila, personagem de Cássia Kiss, revela ser a assassina de Odete Roitman, personagem de Beatriz Segall. E Marco Aurélio, personagem de Reginaldo Faria, deixando o país, dando uma banana para o Brasil.

*Em 2002, a Rede Globo regravou Vale Tudo em espanhol (com o nome Vale Todo) para ser exibida para o mercado hispânico dos Estados Unidos. A nova versão foi exibida no canal Telemundo, que foi parceira na produção. A versão hispânica da novela teve direção de Reinaldo Boury e adaptação de Yves Dumont. Diferentemente do que ocorreu no Brasil, o remake não obteve empatia com o público.

quarta-feira, 23 de junho de 2010


Fogo sobre Terra foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 8 de maio de 1974 e 4 de janeiro de 1975, às 20 horas. Foi escrita por Janete Clair e dirigida por Walter Avancini, e contou com 209 capítulos. Foi produzida em preto-e-branco e teve supervisão de Daniel Filho.

Trama

No final dos anos 1950, dois irmãos separados na infância se reencontram na condição de rivais ao decidir o destino de uma cidade e disputar o amor da mesma mulher. Pedro (Juca de Oliveira) e Diogo (Jardel Filho), filhos de fazendeiros do Mato Grosso, foram separados aos três anos de idade após perderem os pais em um desastre de avião. Pedro foi criado pela tia Nara (Neuza Amaral), em Divineia – cidade fictícia – no sertão de Mato Grosso, enquanto Diogo foi levado para o Rio de Janeiro e criado pelo engenheiro Heitor Gonzaga (Jaime Barcelos), engenheiro e ex-amante de Nara.

No Rio, Diogo frequentou as melhores escolas e desenvolveu um temperamento prático que o levou a se formar em engenharia e a se transformar em um profissional muito bem-sucedido, contratado da empresa de Heitor Gonzaga, de quem adotou o sobrenome e a quem trata como pai. Foi casado e teve uma filha, mas carrega na consciência a culpa pela morte da ex-mulher, que cometeu suicídio logo após a separação.

Em Divineia, Pedro Azulão foi educado pelo beato Juliano (Ênio Santos) – ex-piloto do avião em que seus pais morreram – e aprendeu desde cedo a tomar conta dos negócios do pai, firmando-se como o boiadeiro dono da maioria das terras de sua região. Valente, de temperamento explosivo e respeitado como uma autoridade pelos moradores, ele demonstra o amor que tem pela cidade, batizada com o nome da sua mãe, vigiando com austeridade os forasteiros e viajantes que por acaso atravessam o seu território.

Representando essas duas realidades – a modernidade e a tradição, o urbano e o rural –, os dois irmãos se reencontram 30 anos mais tarde, quando a empresa de Heitor Gonzaga envia Diogo ao Mato Grosso para chefiar a construção de uma represa no local ocupado por Divineia. Situada às margens do Rio Jurapori, a cidade deveria ser inundada pelas águas do rio. Os seus habitantes seriam, então, realocados em outra cidade, a ser construída quilômetros adiante, onde poderiam usufruir dos benefícios da irrigação do solo proporcionados pela barragem. Pedro Azulão, entretanto, não quer pagar o preço de ver sua cidade desaparecer em prol de um progresso no qual não acredita e estimula a população a se insurgir contra a obra.

Enquanto tenta convencer Pedro de que está propondo o melhor para a cidade, Diogo conhece e se apaixona por Chica Martins (Dina Sfat), namorada de infância do irmão. A mulher, que passa a ser o objeto da disputa dos dois irmãos, cresceu sonhando em ser rica e morar na cidade grande e, por isso, odeia tudo o que a lembre da sua origem humilde. Ela odeia até o próprio nome, a ponto de dizer que se chama “Débora” ao ser apresentada a desconhecidos. No passado, ela chegou a abandonar Pedro Azulão para fugir com um fazendeiro que passava pela cidade, mas se arrependeu e voltou. No início, seu interesse por Diogo reside essencialmente na perspectiva de deixar Divineia para viver na cidade grande, mas depois ela se apaixona pelo engenheiro.

Acompanhando Diogo, também chega à Divineia a jovem Bárbara (Regina Duarte). Ela é a filha que Heitor Gonzaga teve com Nara, quando esta tinha 16 anos. Foi levada ainda criança para a cidade grande e criada pelo pai, que nunca lhe contou a verdade a respeito da identidade da mãe. Seu maior drama são as frequentes crises nervosas que lhe provocam cegueira psicológica, uma consequência do trauma de ter sido afastada da mãe. Em Divineia, ela se aproxima de Pedro e de Nara e, a partir do relacionamento com os dois, consegue superar seu problema. Nara vai gradualmente ocupando o seu lugar no coração da filha, até que lhe revela a verdade. E Pedro se apaixona pela moça, que termina sendo a razão pela qual ele abandona o conflito com o irmão.

No decorrer da trama, enquanto os engenheiros dão início aos preparativos para a demolição da cidade, Pedro Azulão tenta tudo o que pode para impedir que o irmão leve a cabo seu empenho. Por conta disso, acaba temporariamente preso. Quando é libertado, ele se convence de que é inútil resistir e decide se trancar em casa e se deixar levar pelas águas, como forma de protesto. Mas Bárbara revela que está esperando um filho dele e lhe pede para pensar na felicidade da criança. Emocionado, Pedro abandona a cidade.

No capítulo final, o progresso triunfa, e Divineia é submersa pelas águas do Rio Jurapori. Nara, que insiste em permanecer na cidade, morre durante a inundação.

Elenco

Curiosidades

  • Janete queria levar ao ar a história de Fogo Sobre Terra no ano anterior, com outro título e os astros Francisco Cuoco e Tarcísio Meira como Diogo e Pedro. Impedida pela censura, a autora criou às pressas o enredo de O Semideus, e, quando a outra história foi liberada, já não podia contar com Cuoco e Tarcísio, que foram deslocados para atuar juntos em O Semideus. Os personagens então ficaram para Jardel Filho e Juca de Oliveira.
  • Grávida de Clara, sua terceira filha, Dina Sfat interpretou Chica Martins, e, a certa altura da história, a produção teve de se preocupar com as cenas e os figurinos de Dina, já que a personagem não estava grávida.
  • A trama chegou a ser chamada de Cidade Vazia e Muralhas de Jericó, antes de terem batido o martelo sobre o título.
  • Em 2005, o autor Ricardo Linhares apresentou à Rede Globo uma sinopse de um remake de Fogo sobre Terra para 2006, às 18h, mas o projeto não foi aceito.
  • A música "Uma rosa em minha mão" cantada por Marília Barbosa e que fazia parte da trilha sonora da novela é de autoria de Toquinho e tem letra do Vinícius de Moraes, até aí tudo bem, se não fosse a seguinte curiosidade que acho que ninguém sabe: como a música aparentemente não decolou, o Toquinho mudou a letra da música para uma campanha da Faber-Castell e se tornou conhecida como "Aquarela"... A letra original era assim:

"Procurei um lugar, com meu céu e meu mar, não achei Procurei o meu par, só desgosto e pesar encontrei Onde anda meu rei, que me deixa tão só por aí A quem tanto busquei e de tanto que andei me perdi. Quem me dera encontrar, ter meu céu, ter meu mar, ter meu chão Ver meu campo florir e uma rosa se abrir na minha mão."

... e ficou assim: "Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo. Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva..." . E por aí vai, pois esta todo mundo conhece!

segunda-feira, 24 de maio de 2010

À Sombra dos Laranjais-Tv Globo 1977


À Sombra dos Laranjais foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida no horário das 18 horas de fevereiro a maio de 1977, contou com 89 capítulos. Foi escrita por Benedito Ruy Barbosa e Sylvan Paezzo, adaptando a peça teatral homônima de Viriato Corrêa, e dirigida por Herval Rossano e Milton Gonçalves.

Trama:

Vinte e oito anos depois de ter deixado sua cidade natal, Laranjais, Pedro retorna, advogado de sucesso e respeitado. Reencontra a noiva que deixara, Madalena. Junto à trama romântica, a rivalidade política entre as famílias de Pedro (os Lemos) e de Madalena (os Caldas). A família de Madalena é liderada pela irmã Marta, com mão de ferro, e ela se revolta contra o irmão Tomé, a seu ver um fraco, que não optou pela política como o falecido pai deles. Conta com a presença de um circo, cujos artistas têm ligações profundas com a população da cidadezinha.

Elenco

*Curiosidades:
  • O tema de abertura, a canção "O circo" ("Vai, vai, vai começar a brincadeira / Tem charanga tocando a noite inteira / Vem, vem, vem ver o circo de verdade / Tem, tem, tem picadeiro e qualidade…"), era cantado por Marília Barbosa, que participava da telenovela como atriz vivendo a personagem Ritoca, amiga de Zulmira.
  • A telenovela foi reapresentada de 14 de janeiro a 2 de maio de 1980, às 13h30. Foi a última reprise "da tarde" exibida pela emissora sem nenhuma caracterização. Sua sucessora no horário, Dona Xepa, estrearia o título Vale a Pena Ver de Novo, utilizado até hoje.
  • Coincidentemente, À Sombra dos Laranjais, foi substituída nas duas ocasiões em que foi exibida por Dona Xepa.

terça-feira, 18 de maio de 2010


Anjo Mau foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida no horário das 19 horas de 2 de fevereiro a 24 de agosto de 1976, contou com 175 capítulos. Foi escrita por Cassiano Gabus Mendes e dirigida por Régis Cardoso e Fábio Sabag. Foi a penúltima novela em preto-e-branco exibida pela Rede Globo.

Elenco

Trilha Sonora Nacional

  1. Não Esquente a Cabeça - Golden Boys (tema de Júlio)
  2. Amigos Novos e Antigos - Vanusa (tema de Teresa)
  3. Boca de Espera - The Fevers (tema de Soninha)
  4. Quem Nega a Luz Na Sombra Vai Morrer - José Augusto (tema de Léa)
  5. Meu Mundo e Nada Mais - Guilherme Arantes (tema de Rodrigo)
  6. Papaya - Urszula Dudziak (tema de abertura)
  7. Marido Ideal - Evinha (tema de Stella)
  8. Uma Pequena Grande Canção de Amor - Grande Orquestra Stradivarius (tema de Léa e Rodrigo)
  9. A Qualquer Preço - Ana Braga (tema de Nice)
  10. O Que é Amar? - Johnny Alf (tema de Paula e Ricardo)
  11. Bola Fora - Daniella (tema de Augusto)
  12. Velho Arvoredo - Cláudio Versiani (tema de Alzira)
  13. O Trem - Orquestra Som Livre


Trilha Sonora Internacional

  1. Love To Love You, Baby - Donna Summer (tema de Paula)
  2. Winners And Losers - Hamilton, Joe Frank and Reynolds
  3. She's My Girl - Morris Albert (tema de Ricardo)
  4. Life Is Fascination - The Ritchie Family
  5. Rainbow - Blow Up
  6. Tu T'en Vas - Alain Barrière & Noelle Cordier (tema de Stella e Getúlio)
  7. Cry To Me - Lolleatta Holloway (tema de Nice e Rodrigo)
  8. This Time I'll Be Sweeter - Linda Lewis (tema de Léa)
  9. Give Me a Second Chance - Junior (tema de Getúlio)
  10. Io Che Amo Solo a Te - Rita Pavone (tema de Teresa e Júlio)
  11. I'm Falling In Love - Jimmy Norman
  12. Blue Dolphin - Steven Schalks (tema de Nice e Rodrigo)
  13. Do You Know Where You're Going To? (Theme From Mahogany) - Diana Ross (tema de Paula)
  14. Please Don't Go Away - New Station (tema de Soninha)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010


Uma rosa com amor foi uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 19 horas pela Rede Globo entre 18 de outubro de 1972 e 3 de julho de 1973. Foi escrita por Vicente Sesso, dirigida por Walter Campos e supervisionada por Daniel Filho[1]. No papel de protagonistas Marília Pêra e Paulo Goulart. Foi produzida em preto-e-branco. Esta novela foi um grande sucesso do horário das sete, contou com 220 capítulos, com destaque para a atuação de Marília Pêra como a solteirona Serafina e de Grande Otelo como Pimpinoni.

Elenco


















e grande elenco...

Remake
Atualmente está sendo produzido um remake da novela,
Vicente Sesso está surpervisionando todos os textos, que estão sendo adaptados por Tiago Santiago.A novela tem estréia prevista para 1º da março.É o primeiro trabalho do autor Tiago Santiago no SBT.